Qual é desse tsunami de redes de relacionamento que atinge o mundo? É difícil acompanhar. Na verdade é difícil assimilar a função dessas bugigangas virtuais.
Eu diria que é difícil até perceber a diferença entre estes programas que passaram a fazer parte do cotidiano de milhões de pessoas.
Com todas essas dificuldades teóricas, uma coisa precisava ser simples no meio disso tudo, a forma como você pode em minutos passar a fazer parte desse meio.
Atribuo a essa facilidade a vasta poluição virtual que temos por ai, lixo e mais lixo binário tomando conta da rede. Talvez seja isso o que chamamos de liberdade de expressão.
Posso estar sendo grosso, na verdade estou sendo meio ogro ao usar o termo lixo binário (taí gostei desse termo), mas é como eu sinto que as coisas são, não sou obrigado a gostar de tudo, aliás nem vocês.
A realidade, é que a tal da pós modernidade nos dá esse poder, o poder de ser o que quisermos, quem quisermos, quando quisermos, como quisermos, misturar real com imaginário, enfim, poderes infinitos.
A internet faz qualquer um virar escritor (risos), que ironia.
Críticas a parte, ontem criei meu mais novo brinquedo, o Twitter.
Criei por alguns motivos: passa sobre Twitter em qualquer canal que eu coloque, grandes empresas possuem, grandes personalidades possuem, o padeiro possui; é capa de revista, é assunto de discussão, é manchete de jornal. Eu realmente fiquei curioso com o que seria esse tal de Twitter.
De cara me amarrei com a baleia (risos). Queria falar baleies (+risos).
O interessante disso tudo é como essas ferramentas de relacionamento se encaixam, aqui estou eu usando um Blog para falar sobre o Twitter, o post vai ser divulgado no Orkut e no próprio Twitter; se eu tivesse mais brinquedinhos eles de alguma forma se ligariam nessa rede.
Realmente, quando usado de maneira apropriada, in prol de alguma coisa, todas essas portas virtuais podem te render bons frutos, bons contatos.
Ainda estou aprendendo, descobrindo, construindo um pensamento acerca disso tudo.
Mas enquanto não chego a nenhuma conclusão, continuo escrevendo para tentar entender, experimentando para aprender, coisas que nos fazem viver, já que a vida não acontece por acaso.

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